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Segunda-Feira, 26 de Junho de 2017, 18h:28
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Sete de Dourados termina com pior campanha da história do MS na Série D

Tricolor teve a menor pontuação, pior ataque e segunda pior defesa, superando, negativamente, todos participantes anteriores

Gian Nascimento
Capital News

O Sete de Dourados encerrou neste domingo (25) a segunda participação do clube na Série D do Campeonato Brasileiro, competição em que experimentou duas realidades completamente distintas. No ano passado, motivado pelo primeiro título estadual da história do clube, realizou feito inédito na quarta divisão nacional, ao ser o primeiro clube de Mato Grosso do Sul a avançar de fase – feito igualado pelo Comercial, já neste ano, o tricolor douradense amargou a pior campanha de um time do Estado na competição.

Diferentemente de 2016, quando a equipe encantou o torcedor douradense com vitórias desde as primeiras rodadas e chegou à última rodada com a classificação em mãos, terminando a fase inicial na liderança, a realidade de 2017 foi derrotas desde a primeira rodada e a eliminação decretada ainda na primeira rodada do returno, quando somou o único ponto da competição.

Noé Faria

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Além de terminar a primeira fase na lanterna do grupo A11, com nove pontos atrás do Luziânia, equipe logo acima na classificação, o time sul-mato-grossense terminou ainda com a pior campanha geral da Série D, com a mesma pontuação de Audax/RO e Real Ariquemes/RO. O tricolor teve ainda o pior ataque da competição com apenas três gols marcados e a segunda pior defesa, com 13 gols sofridos, um a menos que Ariquemes e Tocantins – tendo ainda sofrido a maior goleada do campeonato até aqui, ao ser derrotado por 5 a 0 para o Luziânia, na terceira rodada.

Mesmo repetindo o desempenho de outros oito times que representaram o Estado na Série D e também não passaram de fase, o Sete se destacou, negativamente, também por fazer a pior campanha da história de Mato Grosso do Sul, com aproveitamento pior que Naviraiense, em 2009, e Comercial, em 2016, que fizeram apenas quatro pontos em seis partidas.

Como consequência da campanha, o gestor do clube, Tony Montalvão, deve deixar o clube ainda nesta semana. Ele é apontado como um dos principais culpados pelo baixo rendimento do time no ano, já que apenas durante a Série D trocou duas vezes de técnico e ameaçando deixar o clube em diversos momentos durante a fase de grupos. Montalvão negocia com outros times do Estado, sendo bastante provável o acerto com o Ubiratan, que tem a intenção de retornar ao futebol profissional neste ano.

Após dois anos de calendário intenso, com participações na Copa do Brasil – onde chegou a avançar à segunda fase –, Série D e Copa Verde, o Sete encerra a temporada para o time profissional neste ano e retorna apenas em 2018, quando disputará apenas o estadual, onde tentará o bicampeonato e o retorno aos torneio nacionais em 2019.

Gazeta MS

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