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Segunda-Feira, 10 de Dezembro de 2018, 14h:52
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Base aliada da prefeita abandona plenário durante sessão extraordinária

Após a manobra política, o regimento interno da Casa analisar mudança não foi votado, conforme foi determinado judicialmente

Flávio Veras
Capital News

Os nove vereadores da base aliada da prefeita Délia Razuk (PR) deixaram o plenário da Câmara de Vereadores de Dourados durante a sessão extraordinária agendada para a manhã desta segunda-feira (10).Os vereadores deveriam analisar mudança no regimento interno da Casa, conforme determinação judicial. 

 

Segundo reportagem do Dourados News, se ausentaram os parlamentares: Jânio Miguel (PR), Júnior Rodrigues (PR), Bebeto (PR), Cido Medeiros (DEM), Romualdo Ramin (PDT), Carlito do Gás (Patriota), Silas Zanata (PPS), Juarez de Oliveira (MDB) e Maurício Lemes (PSB), saíram, deixando apenas sete parlamentares no local, já que Marçal Filho (PSDB) não compareceu. 

 

Com a manobra política, não foi possível analisar o precedente porque é necessário maioria absoluta na Casa, ou seja, 10 vereadores. A sessão ocorreu por determinação do juiz de direito Zaloar Murat Martins. 

 

Nela, seria votado precedente para se alterar nomes registrados para as eleições da Mesa Diretora. Atualmente, as chapas devem ser definidas 48h antes do pleito. Não há ainda previsão de quando a eleição para a presidência da Casa deve ocorrer. 

 

Já foram três convocações, duas delas suspensas por ausência de quórum e a outra, ontem, por determinação judicial. 

 

Cifra Negra

As prisões foram feitas por policiais civis do 2º Distrito Policial, acompanhados pelo Ministério Público Estadual (MPE) e 16ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, liderados pelo promotor Ricardo Rotunno. Os parlamentares são investigados na operação Cifra Negra, que investiga suposto de esquema de corrupção envolvendo o setor de Tecnologia da Informação da Câmara.  

 

 

Ao todo, foram expedidos dez mandados de prisão e um de busca e apreensão,nas cidade de Dourados em Campo Grande, pelo  juiz da 1ª Vara Criminal, Luiz Alberto de Moura Filho. De acordo com nota encaminhada à imprensa, a ação é originária de outras duas operações, a Telhado de Vidro e a Argonautas – deflagradas em 2013 em 2014 - e que investigam crimes de colarinho branco. 

 

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