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Quarta-Feira, 02 de Junho de 2021, 09h:17
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Assassinato de mulher encontrada carbonizada em canavial é esclarecido

Três pessoas foram presas em Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/Alvorada Informa

Corpo de mulher é encontrado carbonizado em canavial

Caso aconteceu nesta segunda-feira

Homicídio de Aliana Dias dos Santos, encontrada em um canavial às margens da Br-163 em Nova Alvorada do Sul, foi esclarecido. Foram presos dois homens, com idades de 21 e 37 anos, e uma mulher, de 31 anos. Os mandados foram cumpridos em Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante. Aliana foi estrangulada e estuprada por dois homens. Segundo as informações da polícia, um dos acusados está preso e o outro segue sendo procurado.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após o encontro do corpo da vítima carbonizado às margens da BR 163. Inicialmente realizou-se análise pericial para conseguir identificar Aliana e, decorrido largo trabalho investigativo com levantamento de elementos de informação, conseguiu apurar que a vítima, contumaz usuária de entorpecente, foi à residência dos autores em busca de drogas e, por possuir uma dívida considerável, acabou sentenciada a morte pelos traficantes, os quais desferiram diversos golpes em seu corpo - principalmente rosto - o que gerou múltiplas fraturas. Em seguida, eles pegaram um veículo e levaram a vítima a um local distante 15km, deixando-a para a morte. Outrossim, no dia subsequente, retornaram ao local e atearam fogo no corpo para dificultar a identificação.

A equipe de investigação conseguiu identificar o veículo utilizado para incendiar o corpo e, após representação judicial, deram cumprimento às ordens judiciais de buscas no imóveis e prisão temporária, encontrando com os suspeitos entorpecente e armas brancas. Durante o interrogatório, um deles confessou a prática criminosa, indicando sua participação enquanto os demais permaneceram em silêncio.

Eles foram indiciados por homicídio qualificado pelo motivo torpe e emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver, podendo pegar uma pena superior a trinta anos de reclusão.

 

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