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Terça-Feira, 16 de Abril de 2019, 16h:41
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Gaeco deflagra operação contra corrupção na região leste do estado

Até o momento o Gaeco divulgou apenas o cumprimento de mandados em Água Clara; nos demais municípios ainda não há informações oficiais

Juliana Brum e Leonardo Barbosa
De Três Lagoas para Capital News

Gaeco/Divulgação

Gaeco deflagra operação contra corrupção na região leste do estado

Vereadores de Água Clara também aparecem como alvo da investigação

Nesta terça-feira (16), o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) em conjunto com a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Água Clara, cumpriu mandados de prisão dentro da ‘Operação Negócio de Família’ em quatro municípios do MS. São eles: Água Clara, Três Lagoas, Campo Grande e Paraíso das Águas.

 

A Operação Negócio de Família dará cumprimento a 8 mandados de busca e apreensão, 4 de prisão preventiva e 3 mandados de medidas cautelares diversas da prisão. O objetivo da operação é dar fim à organização criminosa voltada à prática dos crimes de peculato, fraude a licitações e falsidade ideológica.

 

Até o momento as autoridades divulgaram apenas o cumprimento de mandados em Água Clara, nos demais municípios ainda não há informações oficiais, dos alvos da investigação e motivos.

 

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Três Lagoas, até a publicação desta matéria, “nenhum servidor da administração pública municipal, havia tido seu nome envolvido em tal operação”.

 

No decorrer das investigações, conduzidas pela Promotoria de Justiça de Água Clara, apurou-se o desvio de verba pública na Câmara Municipal do município, via elaboração de processos licitatórios fraudulentos para a contratação de assessoria em diversas áreas da gestão pública.

 

O trabalho de investigação acredita que o desvio do dinheiro público teve início com a elaboração de processos licitatórios fraudulentos, na modalidade carta convite, os quais eram direcionados a empresas pré-determinadas. Sendo assim, a empresa que vencia a licitação não prestava o serviço, porém recebia todos os valores, os quais, posteriormente, eram repassados aos agentes públicos envolvidos.

 

 

O GAECO, em auxílio à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Água Clara, apurou que a organização atuou por anos desviando valores, que devam chegar a 900 mil reais, dos cofres da Câmara Municipal de Água Clara. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Comarca de Água Clara.Durante a Operação Negócio de Família foram apreendidas armas de fogo.

 

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